Distanciamento social
- Marcelle dos Reis Ferreir

- 16 de mar. de 2020
- 2 min de leitura

O distanciamento social, nome bem frequente nos noticiários sobre o coronavírus, refere-se justamento o que diz o nome. Manter uma certa distância das pessoas e evitar aglomerações que facilitem o contágio e a disseminação do vírus. Evitar contato por aperto de mãos, abraços etc.

É uma forma de contenção e estancar a disseminação do vírus em todo o mundo, que é transmitido pelo contato com as mãos que passam para mucosas como olhos, nariz e boca. Manter o distanciamento social é manter pelo menos 1 metro de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando.
Um termo que pode ser usado em outros momentos da história do mundo, e que exige de cada um uma maturidade para lidar com a situação e desenvolver determinadas ações como no caso da disseminação do coronavírus.
Por quê o distanciamento social? Quando alguém tosse ou espirra, pulveriza pequenas gotas líquidas do nariz ou da boca, que podem conter vírus. Se você estiver muito próximo, poderá respirar as gotículas, incluindo o vírus COVID-19, se a pessoa que tossir tiver a doença.
Em tempos de crise, como a crise de saúde pública pelo coronavírus, um dos indicadores de boas saúde mental e a capacidade de ação e reação diante dos interesses pessoais e coletivos. São tempos de exigem uma reflexão individual e coletiva frente um momento que exige distanciômetro social como forma de mitigação de risco. Para isso é importante trabalhar algumas ações pelo bem de uma sociedade.
Empatia: capacidade de as pessoas a se colocarem no lugar do outro. Permite compreender melhor o comportamento do outro, discernir e identificar situações.
Solidariedade: identificação com a necessidade do outro que permite atitudes de doação, ajuda, amparo e apoio.
Renúncia: abrir mão de algo ou abdicar de um objeto ou situação visando interesses coletivos ou individuais.
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Fonte: World Health Organization (WHO)





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